Sim, confessáveis porque existem aquelas que nem a nós mesmos ousamos revelar...
Vou confessar então o que posso:como blogueira iniciante, comecei a escrever umas coisas legais outro dia, tava inspirada, fazendo uns trocadilhos, filosofando até!
Deu-se o seguinte: como estou com muito trabalho, arquivei ou rascunhei ou salvei ou algo que o valha, só que, é claro, não sei onde enfiei aquele post que estava ficando bem bacana.
Já quase enlouqueci, o que não é nenhuma novidade prá quem me conhece, de tanto procurar o
dito cujo.
Olhem, fui vencida...
Mas, ainda acho aquilo, ah, se acho!
Por outro lado, vocês não acreditam, a gente tem tanta coisa prá contar, prá partilhar...
Daí que tenho outro assunto, tá?
Ontem peguei uns filmes prá ver, só queria dois, mas adivinha, eram lançamentos, então tive direito a mais dois, ou seja, muitos filmes aqui em casa e eu com pouquissimo tempo.
Mas, o que eu queria ver era o Linha de passe, aquele filme brasileiro que ganhou o prêmio em Cannes.
Não sei quem de vocês já assistiu, mas é assim: filme brasileiro é tudo meio estranho, kafkiano,
sempre rola, ou melhor, a história não tem muito aquilo de começo-meio-fim.
Mas é poético, bonito.
Não reparei na trilha sonora, acho que não deve ser bonita, senão eu tinha observado.
Não vou ficar contando o enredo aqui, só por alto: uma mãe, grávida do quarto filho, acho, tem 3 filhos de pais diferentes, todos brancos, menos o menor que é negro e vive tentando descobrir quem é o pai.
Um deles é motoboy, outro quer ser jogador de futebol e um outro, ainda, trabalha de frentista num posto de gasolina e virou crente.
Ela, com uma barrigona, torce pro Corintians, vai aos jogos, trabalha como doméstica numa casa.
Basicamente, é isto, e todos os dramas de uma família constituída assim, o que não difere, talvez, da maioria das famílias, quer sejam pobres ou ricas.
Todas tem um drama.
Mas, agora, gente, eu não sei se aquele filme merecia o tal prêmio.
Fiquei pensando que foi um afago por causa do tal ano do Brasil na França.
Ah, às vezes posso ser politicamente incorreta, sim.
E hoje é um dia em que estou querendo ser.
Bjos.
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