segunda-feira, 25 de maio de 2009

Eu não devia te dizer...

Gente, como os poetas e artistas sabem descrever o estado de espírito dos simples mortais...
E as frases deles, por mais banais que sejam, viram, prá mim, refrões.
Por isto sempre estou colocando alguma delas, seja de música, seja de poesia, aliás ambas são a mesma coisa, só que uma com melodia...
Esta daí de cima, por exemplo, eu não devia te dizer, mas esta lua, mas este conhaque, botam a gente comovido como o diabo...é isto, às vezes, estamos comovidos, mesmo sem a lua e o conhaque, do Drummond.
Depende do estado de espírito, agora por exemplo, sóbria e janela fechada,mas comovida, não como o diabo, pq. no meu orkut, a foto que coloquei foi minha, vestida de anjinho.
Usava isto, antigamente, que triste dizer, antigamente, melhor, há um tempo...
Mas, comovida...ah, quando se está assim, ou tudo é belo, ou merece uma consideração, ou tudo tem um significado mais profundo.
Tanto para os aspectos agradáveis ou desagradáveis.
Então, um sequestro em alguma linha 147, sei lá, aquele ônibus do Rio, ou as inundações, ou ver uma foto do Sebastião Salgado, podem me fazer chegar às lágrimas.
Alguém me disse que nestes períodos estamos vulneráveis.
Assim, assim, um pouco fora do eixo, creio.
Mas será que aí é que estamos fora do eixo, ou quando estamos bem racionais?
É a pergunta que não quer calar e esta já me faço há alguns bocados de anos.
Bjo.

Be

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Buscando sei lá oque

Hoje, fico navegando pela internet,absolutamente sem tino.
Prá lá e prá cá, resultado nenhum.
Nem precisava...na falta do que pensar, fazer, isto, ficar à toa, bulindo.
Mas isto não gratifica muito, na tv nada pra ver.
Dá-lhe globo reporter, amanha certamente pessoas buscando as receitas que o reporter vai mostrando prá nós, ideais pra quase tudo junto.
"Tédio mortal sobre as cabeças"...acho que mario de andrade ou carlos, não quero fazer força prá lembrar.
E continua," sempiternamente as mesmices convencionais", ah! é do mario, pauliceia desvairada.
As vezes estas mesmices dão certo conforto, senão a gente pira.
No momento, nem mesmices, nem conforto, nem nada, só o nada.

Be

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tempo ou falta dele...

Então, "és um senhor tão bonito, quanto a cara do teu filho, tempo, tempo, tempo,vou te fazer um pedido, tempo, tempo, tempo"
Linda esta música do Caetano, letra e melodia...
Passa tudo tão rápido, a vida passa célere...
A cada dia digo que vou aproveitar melhor o tempo, me pego fazendo as mesmas coisas, desaproveitando melhor o tempo.
Estou às voltas, agora, com muito trabalho, o que pode ser bom, ou não.
Também como diria Caetano.
Por isto não tenho postado, e tenho sentido falta de escrever, contar o que me vem à cabeça.
Tendo alguém lendo ou não.
Nestes próximos dias talvez não consiga postar nada, muito corrido.
"Por seres tão invencivel e pareceres continuo..." é o tempo...
Invencível mesmo...
Bjos

Be

domingo, 17 de maio de 2009

Eureka!

Sabia que este termo significava que se havia achado uma resposta a qualquer dúvida, mas fui buscar melhor, e eis a explicação inteira:

A história conta que Arquimedes pronunciou esta palavra após descobrir que o volume de qualquer corpo pode ser calculado medindo o volume de água movida quando o corpo é submergido na água, conhecido como o princípio de Arquimedes. Esta descoberta foi feita quando se encontrava na banheira, pelo que saiu nu para as ruas de Siracusa gritando Eureka!.
Eureka é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo heuriskein, (εὑρίσκω), que significa "encontrar". Significa, portanto, encontrei.
A palavra "Eureka" usa-se hoje em dia como celebração de uma descoberta, um achado ou o fim de uma busca.(Wikipedia)


Conheci pessoas que conversam sozinhas, ou para si mesmas, quando estão sozinhas ou mesmo quando tem gente por perto.
Achava isto, no mínimo, estranho...
Uma destas pessoas falantes-sós, me disse: você não fala sozinha?
Puxa, como você é contida!
Meio século depois, descubro: não falo sozinha, escrevo.
Bjos.

Be

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Isto vicia...

Tá, eu poderia começar de outro jeito, mas gosto de chocar um pouquinho.
Verdade, gente, tá super tarde, mas estou aqui querendo escrever...
Bom, tudo bem que estou na minha fase maníaca.
Mas tenho passado momentos excelentes, quase escrevi com s, este teclado não ajuda, então mas voltando aos bons momentos, tem sido mesmo muito bons.
Revendo antigos amigos, do tempo de ginásio, ai, será que podia ter contado? fazendo outros, mantendo contato com as pessoas, virando um pouco eu de alguns anos atrás.
Ouvindo meus lps, sim, porque tenho uma vitrola, uma estragou e eu, não contente, comprei outra numa destas lojas de segunda mão.
Tá tocando super bem!
Agora, tenho que ir num sebo prá comprar os discos.
"Eu quero uma casa no campo, ....onde eu possa plantar meus amigos, meus discos, meus livros e nada mais...."
Poético, e também estou assim, poética.
Pedaços de música me vem à mente, fragmentos de poesias que li, ah, tanta coisa bacana.
Quero ainda rever alguns filmes que assisti, antes desta avalanche americana, os italianos, que são rápidos, tem também os argentinos e o Almodóvar.
Depois de um certo distanciamento, vemos melhor as coisas.
"El tiempo pasa, nos vamos tornando viejos..."
Pero no viejos en la edad, pero en la cabeza, en el saber.
Ah, tanta coisa ainda prá dizer, mas tô com um soninho...
Boa noite, vou dormir...
O sono dos justos!

Be

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O Fernando Pessoa que existe em cada um de nós

Esta é uma das coisas em que acho que acredito!
Ele escrevia de várias formas, conforme seus personagens ou heterônimos, dando a impressão de que, em cada fase, ou sei lá, dia, ano, da vida, ele via as coisas sob determinado aspecto e é assim que sou...
Mas gosto, especialmente, de um dos Fernando que fala da contemporaneidade, coisas que dizem, um pouco, mais respeito a este tempo, só que escrito lá na década de 20.
Sobre como ele, ou eu, às vezes, me sinto no mundo.
Não, não estou infeliz, aliás, tenho andado felicissima!
E não sou daquelas que fica pensando: ah, depois do riso, vem o choro, e outros ditados não ditosos.
Ai, será que é muito chato ficar fazendo trocadilhos? Mas, gente, não consigo me conter.
É como o escorpião, daquela estória que o cavalo transportou ele de uma margem à outra do rio, com a promessa do próprio de que não iria mordê-lo.
Antes de chegar à margem, o escorpião pica o cavalo e este diz: mas você prometeu que não iria me picar ou morder, sei lá.
Ao que o escorpião respondeu:
é impossível, faz parte da minha natureza.
De modo que meu estado de espírito atual,não tem nada a ver com minha natureza, também, ou seja, não tentem entender, algo que nem eu entendo.
E, acreditem, não vale a pena.
Tem vários deste Fernando aí, que mais gosto, mas existem dois especiais, um Tabacaria e outro,não lembro direito, diz quem nunca levou porrada..., que todos são principe, todos impolutos, maravilhosos.
E assim me parecem um pouco as pessoas: tem medo de se mostrar, de contar os insucessos, de parecerem fracassadas, parecem ter tudo absolutamente sob controle.
É isto, vou colar um pedaço destas poesias embaixo, e, ah, ia esquecendo:não emprestem livros, eu tinha um perfeito dele e me surrupiaram.
Depois a gente compra outro mas não tem a mesma graça.
Achei o nome:

Poema em linha reta
"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo."


um pedaço de Tabacaria, que é bem maior:


Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
0 dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Beijos,

Be

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A música

Gente, nada como ter que aprender a fazer as coisas...
Agora, é só vc. clicar neste numero imenso de caracteres aí embaixo, e vai ouvir a música da qual falei...

O importante é que a nossa emoção sobreviva!

Esta é uma frase de uma música que vou colar abaixo.

Vou colocar, também, como minha música neste blog...acho que quem quiser ouvir, terá que apertar aí alguma tecla, ou navegar pela página para descobrir.

Mas vai valer a pena, a letra é lindíssima, como vocês vão perceber. É uma mulher que canta, no café Piu-Piu, São Paulo.

Ela pode ser ouvida tanto como se você estivesse pensando em alguém especial ou como nos tempos da repressão, aqui no Brasil.

Aliás, naquele período, por não se poder falar declaradamente o que se pensava sobre o regime, as letras eram feitas assim.

Bom, mas não foi tão fácil assim, tem uma histórinha:ontem tentei muito colocar já isto tudo aqui, mas é claro, o "explorer não pode abrir....", só estou conseguindo agora.

Espero que gostem, vão conhecer um pouco mais de mim!

Bjos.


Mordaça
Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro
Tudo o que mais nos uniu separou

Tudo que tudo exigiu renegou

Da mesma forma que quis recusou

O que torna essa luta impossível e passiva

O mesmo alento que nos conduziu debandou

Tudo que tudo assumiu desandou

Tudo que se construiu desabou

O que faz invencível a ação negativa

É provável que o tempo faça a ilusão recuar

Pois tudo é instável e irregular

E de repente o furor volta

O interior todo se revolta

E faz nossa força se agigantar

Mas só se a vida fluir sem se opor

Mas só se o tempo seguir sem se impor

Mas só se for seja lá como for

O importante é que a nossa emoção sobreviva

E a felicidade amordace essa dor secular

Pois tudo no fundo é tão singular

É resistir ao inexorável

O coração fica insuperável

E pode em vida imortalizar

domingo, 10 de maio de 2009

Confissões confessáveis

Sim, confessáveis porque existem aquelas que nem a nós mesmos ousamos revelar...
Vou confessar então o que posso:como blogueira iniciante, comecei a escrever umas coisas legais outro dia, tava inspirada, fazendo uns trocadilhos, filosofando até!
Deu-se o seguinte: como estou com muito trabalho, arquivei ou rascunhei ou salvei ou algo que o valha, só que, é claro, não sei onde enfiei aquele post que estava ficando bem bacana.
Já quase enlouqueci, o que não é nenhuma novidade prá quem me conhece, de tanto procurar o
dito cujo.
Olhem, fui vencida...
Mas, ainda acho aquilo, ah, se acho!
Por outro lado, vocês não acreditam, a gente tem tanta coisa prá contar, prá partilhar...
Daí que tenho outro assunto, tá?
Ontem peguei uns filmes prá ver, só queria dois, mas adivinha, eram lançamentos, então tive direito a mais dois, ou seja, muitos filmes aqui em casa e eu com pouquissimo tempo.
Mas, o que eu queria ver era o Linha de passe, aquele filme brasileiro que ganhou o prêmio em Cannes.
Não sei quem de vocês já assistiu, mas é assim: filme brasileiro é tudo meio estranho, kafkiano,
sempre rola, ou melhor, a história não tem muito aquilo de começo-meio-fim.
Mas é poético, bonito.
Não reparei na trilha sonora, acho que não deve ser bonita, senão eu tinha observado.
Não vou ficar contando o enredo aqui, só por alto: uma mãe, grávida do quarto filho, acho, tem 3 filhos de pais diferentes, todos brancos, menos o menor que é negro e vive tentando descobrir quem é o pai.
Um deles é motoboy, outro quer ser jogador de futebol e um outro, ainda, trabalha de frentista num posto de gasolina e virou crente.
Ela, com uma barrigona, torce pro Corintians, vai aos jogos, trabalha como doméstica numa casa.
Basicamente, é isto, e todos os dramas de uma família constituída assim, o que não difere, talvez, da maioria das famílias, quer sejam pobres ou ricas.
Todas tem um drama.
Mas, agora, gente, eu não sei se aquele filme merecia o tal prêmio.
Fiquei pensando que foi um afago por causa do tal ano do Brasil na França.
Ah, às vezes posso ser politicamente incorreta, sim.
E hoje é um dia em que estou querendo ser.
Bjos.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Pequenas distrações são fatais!

Pois é, há dias ou tempos em que andamos perigosamente distraídos!
Podemos justificar dizendo, ah!, que mal pode haver em deixar, por um instante, nossa mente vagar, sem rumo?
Mas, isto pode, muitos vezes, custar caríssimo!
Pode-se dizer, quanto exagero! o que é um arroz queimar na panela, quando a dona de casa está com os filhos prá mandar ou chegar da escola?
Ora, coloque-se no lugar daquela mulher, criançada berrando, mãe tô com fome!
Seria ou não um martírio?
Só porque ela se distraiu...
Pensando, lá, em algum instante perdido, não tão longe talvez, sabem, né, o tempo voa?
Hum, na estrada, perigosissimo se distrair!
De carro ou a pé mesmo, como tantos fazem.
De carro é mais fatal, nem sei descrever quão fatal.
Fatal já seria a própria morte, não?
Distraídos ficamos absolutamente vulneráveis ao que ocorre ao nosso redor.
Este redor pode nos enredar, adoro nossa língua porque podemos brincar, às vezes, com as palavras.
Isto das palavras parecerem ficar com mesmo som, tem um termo, não lembro agora, não interessa.
O redor pode nos enredar...
Este redor, também, pode atender por um monte de nomes!
Diz lá,você, que nomes fazem com que você se distraia perigosamente?
O Vinícius escreveu o seguinte: "são demais os perigos desta vida, prá quem tem paixão" e continua, maravilhosamente, "principalmente, quando à lua que atua, de repente, vem unir-se uma música qualquer..."
Isto é mistura fatal, meus caros, especialmente se você no momento em questão, estiver próximo a um telefone ou a um revólver.

Be

segunda-feira, 4 de maio de 2009

limoeiros e pitangueiras

O que podemos considerar ao falar de um pé de limão e seus frutos azedos além de lembrar que fazem limonada e tempero de salada?
Bom, depende de qual fase da vida você se encontra...
Sabe, estas coisas de pé de fruta remetem ao interior, ao nosso interior.
Nestas andanças, conheci certa vez uma pessoa que, contava ela, tinha plantado um limoeiro em casa.
Bom, imagine a situação da dita cuja: se bateu prá um lugar que vendia as tais mudas, não era um limão qualquer, destes limão vinagre, que são nativos, não, aquele era assim, do tipo enxertado, coisas de agrônomo, sei lá.
Um limão cheiroso, disseram certa vez, existe?
Então, era o tal...
Plantou num lugar lá do quintal, ou no fundo da casa, já veio com uma certa altura, um certo poder, já com jeito meio grandinho.
Pudera, só assim prá resistir à mudança, de um cativeiro cuidado prá liberdade sem trato.
Tá, o tempo foi passando, sabe, e de repente, não mais que de repente, eis que um perfume começa a partir daquele lado...
Hum, hum, muitos narizes cheirando, daonde vem o tal?
Espanto generalizado: o limoeirinho já estava dando flor, que gracinha!
E ninguém tinha se dado conta de quanto tempo havia se passado, imagino, uns quatro anos ou mais um pouco.
Quando deram por si, o pé de limão só fez florescer, dar os limõezinhos pequenos que logo iam ficando grandes, mas não dava prá apanhar, tinha que esperar que caíssem, por causa da qualidade dele, acho.
Tá, tudo muito lindo, muito poético, porque não dizer, divino?
Só que o tempo não tinha passado só pro pé de limão.
É, amigos, ele tinha caminhado, intrépido, apesar do mau tempo, do sol forte, da falta de rega,
das podas mal feitas.
Tinha deixado marcas, uns arranhados, outras maiores, mais profundas.
Na hora ninguém percebia, só se davam conta, depois quando viam os frutos.
De qualquer maneira, essa tal pessoa estava mesmo determinada a ter um mini pomar, ali.
Não que precisasse, mas por querer ver a vida ir florescendo, a dos pé de fruta.
Soube, por último, pela boca de outros, que agora tem lá nessa casa um pé de pitanga.
Imaginem vocês, pitangueira!
Pelo que sei, essa frutinha frágil, demora menos tempo prá dar frutos.
Menos que o tal limoeiro, mas soube também que já começou a produzir...

Be

domingo, 3 de maio de 2009

das coisas da vida

Então, agora que me enfiei nesta de blog, tenho que começar,né.
Aliás, quase tudo na minha vida tem sido assim.
Me envolvo nas coisas, depois tenho que dar continuidade.
Disto advém um conselho a todos que, porventura, possam ler estas linhas: pense bem antes de querer fazer algo, de repente dá certo e daí pronto, lá está você tendo que dar conta...
Mas, depois desta introdução, que aliás até podia já parar por aqui, queria dizer que gostaria que você estivesse lendo algo do tipo Ubaldo Ribeiro, puxa como este cara escreve, Fernanda Young, um tipo assim mais contemporâneo mas que chega a me tocar, ou mesmo, Danuza Leão.
Ué, o que é que tem? Danuza Leão, sim, porque não?
Bom, os tres sabem descrever o cotidiano de uma forma tão poética que chego a achar que os dias são realmente lindos, que as dores são realmente maravilhosas, do jeito que eles escrevem...
Sei lá, deve ser questão de treino. Humilde, não?
Também tem outro detalhe, os caras escrevem pra um montão de gente ler e, ganham por isto.
Eu não, sei lá se alguém vai entrar aqui e ter paciência de ficar lendo o que eu penso das coisas, e tralala.
E nem vou ganhar dinheiro, mas acho que vou ganhar amigos e isto, na atual circunstância, é muito precioso prá mim.
Tá, queridos, este é o introito, será assim que se escreve? tenho dúvidas...
Alguém aí que corrija.
Tinha mais coisa prá falar mas vou deixar prá depois.
Acho que vou acabar "pegando a mão" deste negócio.
Beijão.